quinta-feira, 27 de agosto de 2009

O Ego nosso de cada dia









O Ego nosso de cada dia

O ego nos acompanha desde crianças. Observo meu filho Rakim (1 ano e oito meses) e noto o seu ego infantil.Mesmo sem ter a noção do que seja o ego,ele já manifesta em sua personalidade.

Todos dizem que a criança não tem maldade. Em minha honesta opinião, ela tem sim. Se não tivesse, eu não teria tantos traumas de infância, causado por crianças e seus comentários maldosos (meu ego infantil).Sobre minha cor,meu cabelo,sobre o meu corpo.
Nosso ego é alimentado pela sociedade, mas começa em nosso lar com nossos pais.E a parti daí pouco a pouco e adicionado um pouco do ego de cada pessoa nesta criança .Vivo dizendo como meu filho é gatão é ele é mesmo, desculpe a falsa modéstia (o ego vaidade).Ele já sabendo disso abusa de seu charme para conseguir tudo que quer.

O ego produzido pela sociedade é o mais letal de todos. Nele se reproduz nossos medos. O medo de não sermos aceito, o medo de não alcançar, o medo da solidão, o medo, o medo. Nossa que chatice sempre o medo.
Todos temos os dois lados do Ego. Um bonzinho e outro muito mal.Não acredito no Ego bom,pois até boas ações são refletidas do ego mal.Aquela sensação de eu sou uma pessoa boa eu faço o bem. Mas quero que o mundo veja isso!


 A humildade é o Ego camuflado.

Nosso Ego sempre esta abalado, sempre à procura de alimento, de alguém que o aprecie. É por isso que você está continuamente pedindo atenção. Por isso a doença mental cresce a cada dia.
Precisamos realmente ter? “...carros,panos da hora,moto,dindim,panos da hora,moto,celular panos da hora.." (musica Carlos Avonts).

Ser aceitos em tribos,ser popular na escola.Mas tudo tem seu preço.Com a necessidade de pertencer de ter status.Entrar em grupos formados não e fácil existe uma certa competição o medo da perda de poder, com o a chegada do novo integrante. O que falta é a união.Pois alguns grupos não agregam mas sim segregam.Mas tudo na vida é um aprendizado.Ganhamos e perdemos todos os dias, com nossas escolhas .







Mas mesmo após atingir este falso status ainda nos sentimos com um grande vazio. Temos medo de nos livrar do Ego,pois achamos que ele é importante para nossas pulsações.Imaginem alguém sem ego algum.O ego se faz necessário para almejar um emprego melhor ?Uma casa maior?E não venha com este papo o material não importa.Se pensa assim faça igual a “Che” e vá procurar uma guerrilha para fazer parte.Mas antes de ir passa aqui e deixa todos seus bem comigo.Te garanto que serão muito bem administrados(o meu ego ganancioso) .


O ego tem certa qualidade. Ele foi dado a você pela sociedade, cabe a você saber usá-lo, saber domá-lo .Ou expusá-lo de vez de sua vida.Pois mesmo tentando domá-lo ele sempre será mais forte que você.Esta ligado a todos os setores de sua vida.Com seus amigos ,com sua família e principalmente no seu ambiente de trabalho.O trabalho e o ego são parceiros.E muitas vezes parceiros do mal.
E muito fácil ver o ego dos outros. O difícil é ver nosso próprio Ego.Eu por exemplo não sei o meu (meu ego mentiroso).


Todos sabemos qual é o nosso ego. Sabemos até quem nos deu este presente Gregoriano.
Cuidado com seu ego, pois ele te acompanhará por boa parte de sua vida. Sempre te sugerindo te manipulando. Conheça-o ,estude o, para que um dia possa dar adeus a ele e serás feliz e livre. Que leve consigo todos os medos. E neste momento diga agora, baixinho em seu ouvido “agora posso andar sem você”. Mas mesmo assim será um ego. O ego da vingança.


Palavras de OSHO
“Por um certo tempo, todos os limites ficarão perdidos. Por um certo tempo, você vai se sentir atordoado. Por um certo tempo, você vai se sentir muito amedrontado e abalado, como se tivesse havido um terremoto.
Mas 
se você for corajoso e não voltar para trás, se você não voltar a cair no ego, mas for sempre em frente, existe um centro oculto dentro de você, um centro que você tem carregado por muitas vidas. Esse centro é a sua alma, o eu.

Uma vez que você se aproxime dele, tudo muda, tudo volta a se assentar novamente. Mas agora esse assentamento não é feito pela sociedade. Agora, tudo se torna um cosmos e não um caos, nasce uma nova ordem. Mas essa não é a ordem da sociedade - essa é a própria ordem da existência.”
“Não tenha pressa em abandoná-lo, simplesmente o observe. Quanto mais você observa, mais capaz você se torna. De repente, um dia, você simplesmente percebe que ele desapareceu. E quando ele desaparece por si mesmo, somente então ele realmente desaparece. Porque não existe outra maneira. Você não pode abandoná-lo antes do tempo. Ele cai exatamente como uma folha seca.


Quando você tiver amadurecido através da compreensão, da consciência, e tiver sentido com totalidade que o ego é a causa de toda a sua infelicidade, um dia você simplesmente vê a folha seca caindo... 
e então o verdadeiro centro surge.


E esse 
centro verdadeiro é a alma, o eu, o deus, a verdade, ou como quiser chamá-lo. Você pode lhe dar qualquer nome, aquele que preferir”.



Caros amigos qual é seu maior Ego?


Alafia 
para todos.



Myspace Carlos Avonts :
Osho, em "Além das Fronteiras da Mente”

domingo, 9 de agosto de 2009

Morte-Vida- Vida-Morte


Imagem do filme (Amor alèm da Vida)






A Morte não é Nada
" Santo Agostinho "


"A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.

Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.

Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?

Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho...

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi."


È aquele velho ditado "pra morrer basta esta´vivo".
Já nascemos predestinados a ela e na maioria dos casos ela vem sem avisar.Assim causando muito mais dor a quem fica.Ela não escolhe por idade,cor ,sexo ou opção sexual.Por isso que quando chega , muitas vezes surpreende.
Em menos de um mês perdi duas pessoas queridas.Que viveram muito e deixaram sua sabedoria e a marca de seu amor.Elas foram amadas e amaram intensamente a vida como ela é.Mulheres fortes e lindas em todos os sentidos.Suas sementes foram plantadas.Mas chegou a hora da colheita.

A morte tem suas versões e suas fantasias religiosas. Se realmente existe céu e inferno, a religião tem sua versão.Dizem as escrituras sagradas "Para tudo há o seu tempo. Há tempo para nascer e tempo para morrer".
Mas o que é real o que é concreto.A versão sobre a morte, na religião cristã existe o céu e o inferno.Se você vai para o primeiro depende somente da sua em Jesus Cristo (ou na Igreja que você frequenta).Mas será que existe vida eterna, acreditando ou não em um ser maior?
Nas diversas religiões o homem encara a morte como uma passagem ou uma viagem de um mundo para o outro. È muito fácil falar da morte quando ela não bate na nossa porta. Mas quando nos arranca alguém querido,ela vira nossa pior inimiga.E por nos sempre será amaldiçoada.
Não é fácil lidar com a morte,não existe uma forma pronta.È muito difícil consolar um amigo nesta hora de tamanha dor.E é nesta hora que vemos que a nossa capa do Super Homem se rasgou e que não somos imortais.Por tudo isto podemos acreditar que nossa existência e totalmente efémera.
Será que a forma que moremos tem haver com nossas virtudes e pecados?
Ao reencontrar uma velha amiga de minha mãe, que assim como ela se converteu (evangélica).Ela me perguntou qual era a minha religião.Eu disse que era Kadecista,Ela arregalou os olhos é disse"Paulinha você não lê a Bíblia?Nela esta escrito que os espíritas não entrarão no reino de Deus.Mesmo bem resolvida com minha religião admito que fiquei pensando."Você não entrará no Reino de Deus".Mas isso não digo a ela, confesso a vocês pois sei que ela jamais vai ler este blog.
Será que a morte tem realmente conexão com a espiritualidade de seus escolhidos.
Vamos analisar como algumas religiões encaram a morte.
Filosofia
A sobre vivência do espírito humano à morte do corpo físico e a crença na vida e no julgamento após a morte já era encontrada na filosofia grega, em especial em Pitágoras, Platão e Plotino. Já Sartre, filósofo francês, defendia que o indivíduo tem uma única existência. Para ele, não há vida nem antes do nascimento e nem depois da morte.

Doutrina niilista
Sendo a matéria a única fonte do ser, a morte é considerada o fim de tudo. Doutrina panteísta O Espírito, ao encarnar, é extraído do todo universal. Individualizar-se em
cada ser durante a vida e volta, com a morte, à massa comum. Dogmatismo Religioso A alma, independente da matéria, sobrevive e conserva a individualidade após a morte. Os que morreram em 'pecado' irão para o fogo eterno; os justos, para o céu, gozar as delícias do paraíso.

Budismo

O Budismo prega o renascimento ou reencarnação. Após a morte, o espírito volta em outros corpos, subindo ou descendo na escala dos seres vivos (homens ou animais), de acordo com a sua própria conduta. O ciclo de mortes e renascimentos permanece até que o espírito liberte-se do carma (ações que deixam marcas e que estabelece uma lei de causas e efeitos
). A depender do seu carma, a pessoa pode renascer em seis mundos distintos: reinos celestiais, reinos humanos, reinos animais, espíritos guerreiros, espíritos insaciáveis e reinos infernais. Estes determinam a Roda de Samsara, ou seja, o transmigrar incessante de um mundo a outro, ora feliz e angelical, ora sofrendo terríveis torturas, brigando e reclamando. Em qualquer um destes estágios as pessoas estão sujeitas a transformações.Para eles, todo ser humano é iluminado, embora não tenha consciência disso.

Hinduísmo
A visão hindu de vida após a morte é centrada na idéia de reencarnação. Para os hinduístas, a alma se liga a este mundo por meio de pensamentos, palavras e atitudes. Quando o corpo morre ocorre a transmigração. A alma passa para o corpo de outra pessoa ou para um animal, a depender das nossas ações, pois a toda ação corresponde uma reação - Lei do Carma. Enquanto não atingimos a libertação final - chama de moksha -, passamos continuamente por mortes e renascimentos. Este ciclo é denominado Roda de Samsara, da qual só saímos após atingirmos a Iluminação. No hinduísmo, a alma pode habitar 14 níveis planetários distintos (chamadosa Bhuvanas) dentro da existência material, de acordo com seu nível de consciência. Quando se liberta, a alma retorna ao verdadeiro lar, um mundo onde inexistem nascimentos e mortes. Os hindus possuem crenças distintas, mas todas são baseadas na idéia de que a vida na Terra é parte de um ciclo eterno de nascimentos, mortes e renascimentos.

Islamismo (Religião Muçulmana)
Para o islamismo, Alá (Deus) criou o mundo e trará de volta a vida todos os mortos no último dia. As pessoas serão julgadas e uma nova vida começará depois da avaliação divina. Esta vida seria então uma preparação para outra existência, seja no céu ou no inferno. Quando a pessoa morre, começa o primeiro dia da eternidade. Ao morrer, a alma fica aguardando o dia da ressurreição (juízo final) para ser julgado pelo criador. O inferno está reservado para as almas 'desobedientes', que foram desviadas por Satanás. No Alcorão, livro sagrado, ele é descrito como um lugar preto com fogo ardente, onde as pessoas são castigadas permanentemente. Para o paraíso, vão as almas que obedeceram e seguiram a mensagem de Alah e as tradições dos profetas (entre eles, os cinco principais: Noé, Abrão, Moisés, Jesus filho de Maria e Mohammed). No Alcorão, o paraíso é descrito como um lugar com rios de leite, córregos de mel e outras belezas jamais vistas pelo homem.




Espiritismo

Defende a continuação da vida após a morte num novo plano espiritual ou pela reencarnação em outro corpo. Aqueles que praticam o bem, evoluem mais rapidamente. Os que praticam o mal, recebem novas oportunidades de melhoria através das inúmeras encarnações. Crêem na eternidade da alma e na existência de Deus, mas não como criador de pessoas boas ou más. Deus criou os espíritos simples e ignorantes, sem discernimento do bem e do mal. Quem constrói o céu e o inferno é o próprio homem. Pela teoria, todos os seres humanos são espíritos reencarnados na Terra para evoluir. A morte seria apenas a passagem da alma do mundo físico para a sua verdadeira vida no mundo espiritual. E mesmo no paraíso, acredita-se que o espírito esteja em constante evolução para o seu aperfeiçoamento moral. As almas dos mortos ligam-se umas às outras, em famílias espirituais, guiadas pela sintonia entre elas. Consequentemente, os lugares onde vivem possuem níveis vibratórios diferentes, sendo uns mais infelizes e sofredores, e outros mais felizes e plenos. Muitas escolas espiritualistas - não todas - defendem a idéia da sobrevivência da individualidade humana, chamada espírito, ao processo da morte biológica, mantendo suas faculdades psicológicas intelectuais e morais.

Igreja evangélica

Como no catolicismo, os evangélicos acreditam no julgamento, na condenação (céu ou inferno) e na eternidade da alma. A diferença é que o morto faz uma grande viagem e a ressurreição só acontecerá quando Jesus voltar à Terra, na chamada 'Ressurreição dos Justos', ou, então, aqueles que forem condenados terão uma nova chance de ressurreição no 'Julgamento Final'. Os que morrerem sem Cristo como seu Deus também receberão um corpo especial para passar a eternidade no lago de fogo e enxofre.

Catolicismo

A vida depois da morte está inserida na crença de um Céu, de um Inferno e de um Purgatório. Dependendo de seus atos, a alma se dirige para cada um desses lugares. A alma é eterna e única. Não retorna em outros corpos e muito menos em animais. Crê na imortalidade e na ressurreição e não na reencarnação da alma. A Bíblia ensina que morreremos só uma vez. E ao morrer, o homem católico é julgado pelos seus atos em vida. Se ele obtiver o perdão, alcançará o céu, onde a pessoa viverá em comunhão e participação com todos os outros seres humanos e, também, com Deus. Se for condenado, vai para o inferno. Algumas almas ganham uma chance para serem purificadas e vão para o purgatório, que não é um lugar, e sim uma experiência existencial da pessoa. Quem for para o céu ressuscitará para viver eternamente. Depois do Juízo Final, justos e pecadores serão separados para a eternidade. Deus julga os atos de cada pessoa em vida de acordo com a palavra que revelou através de Seu Filho, com os ideais de amor, fraternidade, justiça, paz, solidariedade e verdade.

Judaísmo

O judaísmo crê na sobrevivência da alma, mas não oferece um retrato claro da vida após a morte, e nem mesmo se existe de fato. O judaísmo é uma religião que permite múltiplas interpretações. Algumas correntes acreditam na reencarnação, outras na ressurreição dos mortos. Enquanto a reencarnação representa o retorno da alma para um novo corpo, a ressurreição é definida como o retorno da alma ao corpo original. Para os judeus, a lei permite à pessoa que vai morrer pôr a sua casa em ordem, abençoar a família, enviar mensagem aos que lhe parecem importantes e fazer as pazes com Deus. A confissão in extremis é considerada importante elemento na transição para o outro mundo.

Candomblé

Não existe uma concepção de céu ou inferno, nem de punição eterna. As almas que estão na terra devem apenas cumprir o seu destino, caso contrário vagarão entre céu e terra até se realizar plenamente como um ser consciente e eterno. Os cultos afro-brasileiros acreditam que os mistérios da vida e da morte são regidos por uma Lei Maior, uma força divina que dá o equilíbrio divino ou eterno. O Candomblé vê o poder de Deus em todas as coisas e, principalmente, na natureza. Morrer é passar para outra dimensão e permanecer junto com os outros espíritos, orixás e guias. Trabalha com a força da natureza existente entre terra (Aìyê) e o céu (Òrun). Nos cultos afros, o assunto de vida após a morte não é bem definido. Na Terra, o objetivo do homem é realizar o seu destino de maneira completa e satisfatória. Ao cumprir o seu destino na Terra, o ser humano está pronto para a morte. Após a morte, o espírito será encaminhado ao Òrun, para uma dimensão reservada aos seres ancestrais, ou seja, eternos. O ser humano pode ser divinizado e cultuado. Caso o seu destino não seja cumprido, os espíritos ficarão vagando entre os espaços do céu e da terra, onde podem influenciar negativamente os mortais. Como não se realizaram plenamente, estes espíritos estão sujeitos à reencarnação. Já as pessoas vivas que sofrem as suas influências negativas, precisam passar por rituais de limpeza espiritual para reencontrar o equilíbrio.


Umbanda

A Umbanda sofre influências de crenças cristãs, espíritas e de cultos afros e orientais. Como não existe uma unidade ou um 'livro sagrado', alguns umbandistas admitem o céu e o inferno dos cristãos, enquanto outros falam apenas em reencarnação e Carma. Na Umbanda, morte e nascimento são momentos sagrados, que marcam a passagem de um estado a outro de manifestação espiritual, morremos para um lado e nascemos para outro lado da vida, o que nos aguarda do outro lado depende de nós mesmos. A Umbanda explica o universo através de sete linhas, regidas por Orixás. Ao morrer, a pessoa será atraída por estes mundos espirituais. A matéria é apenas um dos caminhos para a evolução do espírito. Sendo assim, a morte é uma etapa do ciclo evolutivo, sendo a reencarnação a base da evolução. O objetivo maior do nascimento e da morte é a harmonização e a evolução consciente do espírito. Após morte, o ser humano leva consigo suas alegrias, sua fé, suas crenças, suas mágoas e suas dores. E terá que lidar com elas, sempre contanto com o auxílio dos espíritos mais evoluídos que o recepcionarão no outro lado da vida e o ajudarão na sua adaptação no mundo espiritual. Com a morte do corpo físico, os espíritos bons podem se tornar protetores, enquanto os maus (espíritos de pouca evolução, devido às poucas encarnações) podem virar perturbadores. Os mortos (desencarnados) podem ser contatados, ajudados ou afastados.



Agora escolha a sua religião e ame muito acalentando a companhia das pessoas ao seu redor.
Viva intensamente,pois não existe somente a morte física mas também a morte da alma,a morte do amor,a morte da fé.
Ela pode ser desejada e necessária tanto quanto a vida.
A morte que dá sentido a vida e nossa maneira de viver.
Existem varias forma de morrer.Mesmo estando vivo.
Escolha a melhor forma de viver.E espere até que sua vez chegue.


È para você, o que é a morte?E em qual religião ela se enquadra em sua vida.


Em memoria

Lidia Egle
Matilde Naves